Militância partidária, livre pensamento, cooperação conflitual, Camilo Mortágua

Bom dia, Bom dia . e boa disposição

Para iniciarmos este debate sobre: A  LIBERDADE  na óptica do exercício da Cooperação conflitual e do Pensamento Crítico e os seus efeitos: em nossas vidas, nas nossas relações familiares, sociais, profissionais e políticas e, sobretudo, na configuração das .nossas consciências de (teimosos e aguerridos defensores da Liberdqde,) como nos definiria Torga não vos trazemos certezas, teses impositivas ou ideias feitas.

Compete-nos apenas lançar para a fogueira do contraditório democrático, os anseios, dúvidas e curiosidades reinantes em nossas consciências, para que melhor se exprimam as nossas “livres vontades”

Em defesa das Liberdades!

 O companheiro Manuel Lisboa, conceituado investigador e prof. De Sociologia, que hoje gentilmente nos acompanha, fará o favor de submeter à vossa consideração, algumas regras simples, para a condução deste nosso debate, assim como um breve comentário sobre a importância e oportunidade dos temas propostos.

“Cooperação Conflitual”, em nosso entender… atitude comportamental e princípio civilizacional Que muito poderá contribuir para a  Paz do Mundo! – Um mundo, sem a repressão da nossa” livre vontade”, a livre vontade, que, quando a podemos satisfazer, nos dá a sensação de ser livres!

A proposta que aqui vos trazemos não se limita à relevar o valor do conceito de Cooperação Conflitual, se o vosso interesse e paciência o permitirem, depois de abordar o conceito de cooperação conflitual como atitude geral, tentaremos  analisar, ainda que superficialmente,  algumas das consequências da sua aplicação , a certas práticas do nosso dia a dia, como, por exemplo:

– a prática indispensável do constante recurso  ao pensamento crítico como instrumento para medir e avaliar a concreta importância do que é “acordável” e do que é “intrinsecamente” conflituoso. em cada acordo pretendido. apesar dos conflitos existentes.

– Ou, as consequências dos infinitos desacordos, e violências, pelo exercício apaixonado dos amores possessivos.

– Ou ainda, as terríveis tentações de querer abraçar o absoluto em detrimento do relativo, querer o absoluto acordo, ignorando as diferenças naturais.

Mas, também, porque não, falar das tensões e inconfessadas discordâncias  e frustrações entre as   opções/convicções  individuais e as decisões colectivas, partidárias ou apenas de grupo.

Não se assustem.

Embora pareça que vos estamos propondo um passeio por um árido e complexo percurso  pouco interessante,  com a vossa ajuda, acabaremos por nos enriquecer passando a compreender melhor cada alternativa, antes de tomar uma decisão.

Para facilitar a nossa entrada colectiva na discussão que desejamos diversificada, bem dinâmica e esclarecedora, podem dispor de folhas onde mencionamos algumas frases ou afirmações sobre os sujeitos que alimentarão as nossas reflexões.

Que cada um use e abuse do pensamento crítico escalpelizando os sentidos e significados do que se for dizendo

A partir de agora e até ao fim desta jornada, está aberto o debate

Por mim, como Torga:

Livre não sou, que nem a própria vida
Mo consente
Mas a minha aguerrida
teimosia
É quebrar dia a dia
Um grilhão da corrente
(Miguel Torga)

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