Discurso de encerramento do 2º Fórum Liberdade e Pensamento Crítico, proferido por Amândio Silva

Companheiras e Companheiros, mais uma vez todos fomos hoje companheiros e companheiras em mais um dia de comemoração da Liberdade e do Pensamento Crítico: Membros da Comissão Organizadora, todos os Colaboradores, todos os voluntários, todos os intervenientes nos Debates, todos os artistas, de tantas artes,  todos os funcionários  e técnicos tanto do Camões, como da Câmara Municipal de Lisboa, todos que, com sua dedicação e seu empenho, nas diversas Salas, neste Ginásio e daqui a pouco no Auditório, protagonizam e vivem um dia que se pretende de grata recordação e mobilizador para fazermos mais e melhor.

É justo agradecer a este mítico Liceu Camões, à Associação José Afonso, à Associação Mares Navegados, à Plataforma Cascais, à Associação Abril. à Universidade Lusófona, à Casa da Língua Portuguesa, ao Coletivo Andorinha, à RDP Nacional e Internacional, mormente à ANTENA 1, também parceira institucional deste Fórum, e, naturalmente e de forma especial, mais uma vez e esperemos que por muitos anos mais, à Câmara Municipal de Lisboa, âncora indispensável deste evento. A Vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto, foi representada nesta sessão de Encerramento pela sua Chefe de Gabinete, Dra Sílvia Câmara, que nos brindou momentos atrás com sua saudação, mas quero elogiar a participação intensa e empenhada dos vários funcionários da C.M.L, que me permitam simbolizar no companheiro Ernesto Matos, que, aliás, tanto valorizou este Fórum com a excelente iniciativa das 45 pedras da Liberdade, alusiva aos 45 Anos do 25 de Abril.

Estamos chegando ao fim da segunda edição deste Fórum, este ano inspirado por Sena e Sophia. Vamos partir para o 3º, mas, sobretudo, que continuemos ouvindo os alertas do Camilo Mortágua, quanto à exigência diária de defesa da Liberdade e do Pensamento Crítico, e nos lembra que “Liberdade sem pensamento crítico, pode ser apenas “obediência inconsciente” “,  atentos à profundidade de Agostinho da Silva quando afirma “Não há liberdade minha, se os outros não a têm”, seguindo  a máxima de Alípio de Freitas de que não podemos desistir de perseguir a Utopia,  sempre embalados pela Grândola Vila Morena do nosso eterno Zeca Afonso.

Em nome da Comissão organizadora, declaro encerrado o 2º FÓRUM LIBERDADE E PENSAMENTO CRÍTICO.

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Coro ComSonante anima os participantes antes do encerramento do 2º Fórum Liberdade e Pensamento Crítico

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